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Investir nos mais sofisticados recursos de segurança para automação bancária sem dúvida é necessário, já que o mercado financeiro e os clientes de instituições estão entre os alvos mais visados de hackers no mundo todo. Mas para saber se o investimento realmente é positivo é preciso testar as infraestruturas na prática, motivo pelo qual existem os diferentes tipos de PenTest, ou testes de intrusão.

Além dos tipos, existem ainda métodos variados para realizar as análises, sendo que cada um deles se encaixa melhor em determinada situação e infraestrutura. E neste texto abordaremos os diferentes tipos de testes existentes, os métodos mais utilizados para aplicá-los e como definir a técnica mais adequada para o cenário em questão.

Em 2018, segundo pesquisas da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), mais de 18 bilhões de transações foram feitas com cartões no país. Dentro desse volume, no mesmo período, apenas pouco mais de um milhão delas ocorreram via contactless. E esses números dizem muito sobre o cenário dos pagamentos por aproximação no Brasil.

As tecnologias do contactless, como NFC, radiofrequência (RFID) e aplicativos móveis, que permitem esses tipos de pagamentos, não são novas e estão há anos disponíveis para uso por parte de compradores e vendedores. Mesmo assim, ainda são subutilizadas em território nacional, enquanto outros países já aproveitam em larga escala as possibilidades que elas dão.

Neste post, vamos mostrar mais alguns dados sobre o uso de contactless no país, abordar os motivos da pequena disseminação e comparar os números locais com os de outros países que exploram mais a tecnologia.

A moeda do Facebook, a Libra, foi anunciada no dia 18 do último mês de junho. Seu funcionamento começará em 2020 e servirá para transações feitas entre os usuários da rede social mais acessada no mundo. A Libra também poderá ser utilizada por usuários de Instagram, WhatsApp e Facebook Messenger, tanto em transferências quanto em compras no social commerce.

Além de gerar um novo tipo de engajamento e mais uma fonte de receita para as empresas de Mark Zuckerberg, a criação da criptomoeda também tem como objetivo facilitar transações financeiras pela internet para cerca de um bilhão de pessoas desbancarizadas e sem acesso a serviços financeiros. Essa mesma parcela do total de mais de 2,3 bilhões de pessoas tem, por outro lado, smartphone e acesso ao Facebook.

E como essa novidade afetará bancos e outros players do mercado financeiro? É o que abordaremos agora com base nas possibilidades que serão criadas e no que já se sabe sobre a Libra.

Entra em vigor em 2020 a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para os bancos e demais empresas que lidam com dados de usuários e os têm como ativos valiosos para seus modelos de negócios. O objetivo da lei é garantir transparência na relação entre pessoas e instituições em relação à coleta e ao tratamento dessas informações, além de garantir a segurança dos dados de titulares e o sigilo de seus cadastros.

Por isso, desde já é importante que bancos, fintechs e empresas do mercado financeiro em geral comecem a entender cada ponto do texto legal e as regras que deverão seguir, especialmente porque o segundo semestre de 2020 é a previsão de funcionamento do open banking. Será ainda mais importante ter boas práticas de tratamento de dados no futuro ambiente de um sistema com APIs abertas e integradas movimentando dados.

Veja o que a Lei 13.709, sancionada em 2018, exige das instituições para que elas possam tratar dados de seus clientes.

A transformação digital, além de se tratar de aplicação de tecnologia de ponta e de inovações — adotadas pela empresa ou desenvolvidas dentro dela própria —, compreende mudanças em processos, produtos, atuação de profissionais e gestão de uma organização. Portanto, os impactos da transformação digital para instituições financeiras são vários e não dizem respeito somente aos seus sistemas e suas infraestruturas de TI.

A consequência disso é a demanda inevitável de mudanças internas nos bancos, operacional e de planejamento, em vários departamentos. É preciso que os players se adequem a novos cenários, dificuldades antes não percebidas, mudanças em regulamentações e outros quesitos relacionados a um ambiente que evolui e se altera muito rapidamente.

Neste post, vamos ver alguns dos impactos dessa transformação e como as instituições podem se comportar diante dela.

Com a grande competitividade do mercado e cada vez mais fintechs e instituições nos ramos bancário e de crédito, uma das grandes preocupações dos gestores de empresas dessas áreas é como reter talentos.

Enquanto grandes bancos apresentam cada vez mais projetos na área de tecnologia, os novos players estão diariamente abrindo vagas para desenvolvimento e programação, o que exige de todos a criação de estratégias de retenção bem elaboradas.

Como a remuneração, apesar de muito importante, não é a única forma de reter bons talentos, mesmo que seja a mais lembrada, vamos citar seis ações relacionadas a outros temas para ajudá-lo com essa tarefa. Acompanhe-nos.